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Democracia tricolor e a beleza da Nação

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Por Bacelar para o Amor de Aço.

Que o Bahia é detentor de uma das maiores torcidas do Brasil, ninguém duvida, mas isso ficou ainda mais evidente no último sábado, dia da eleição direta para presidente da República vermelha, azul e branca. Acredito que essa escolha só perca em importância para eleição de governador da Bahia. Assim como o Santos, de Pelé, lá fomos nós. Uns desciam, outros subiam a ladeira da Fonte para participar da escolha. Bandeiras tremulavam. Torcedores emocionados. Enfim, a festa da democracia. No final do dia, o que todos já imaginavam. Venceu Belintanni com mais de 80% dos votos dos associados.

Quem não quer contribuir para o destino do clube do coração? Quem não quer bater no peito e dizer que empurrou o time para o G-8, passaporte para Libertadores? Ora, eu quero, sim. Fui cedo depositar o meu voto e reforçar que, em campo e fora dele, estou de olho para deliberarem o melhor para o meu Bahêa.

Quero que Belintani injete vida na Cidade Tricolor, transformando-a em um Centro de Referência na preparação de novos atletas. Precisamos aproveitar a fama de celeiro de craques e dinamizar a receita do clube que, se não é das melhores, hoje é estável. O cofrinho tricolor engordou. Pulamos de uma receita de R$ 85 milhões para R$ 121 milhões, nos últimos dois anos. Nada mau. Estou errado?

O novo presidente já respirava a rotina do ECB nesses últimos tempos; percebeu que, muitas vezes, não vale investir em um caminhão a peso de ouro, como fizeram outros clubes. Vale mais um olheiro bem informado que aposte em atletas em ascensão do que nomes consolidados que demorem a pegar ritmo.

Vi que uma das promessas de campanha é essa. Contratar quem tecnicamente tenha condições de estrear logo. Isso mesmo, presidente. Vamos tocar fogo… A temporada foi uma das mais quentes. A ideia é azeitar a máquina, a cada ano. Em 2018, as perspectivas são ainda melhores.

Os próximos dias serão dedicados à revisão do plantel. Cabe à nova diretoria verificar as vantagens de negociar quem deseja alçar novos vôos. Ficar só com quem está disposto a dar sangue por aqui, na real. Trazer quem quer mergulhar no espírito de grupo, treinar forte para manter a forma, acertar a pontaria, traduzir a linguagem de Carpegiani e seguir em frente.

Em 2017 aparecemos bem. Ano que vem tem mais. Mais um torneio. A Copa Sul-Americana. Teremos ainda mais desafios. Mas pelo que sei e testemunhei orgulhoso durante a festa das urnas, ninguém nos vence em vibração. Alô, minha galera! Vamos acompanhar a movimentação e torcer por dias melhores. Já contabilizamos muita evolução. A chegada da democracia, a dinamização da receita, a formação de um time mais competitivo. Agora o que eu quero mesmo é disputar a cabeça da chave.

Lá no alto. O Bahêa é isso. Quem é tricolor deseja muito mais.

Bahêa, minha alegria. BBMP!

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