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O BaVi de 180 minutos

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Por Bacelar para o Hora Do Bico

Fomos a campo ontem com um número na cabeça: 180. Apenas se conhece o vencedor dos BaVis quando o juiz apitar o final do segundo, mais conhecido como o último do Campeonato Baiano de 2017. Em volta da arena, a Paz. Idosos, crianças e os abnegados – como eu. Todos ali. Bandeiras ao vento, coração a pique e eu assistindo de Brasília pela TV. Só poderia sair da capital federal após participar dos detalhes sobre pauta de comissões importantes.

Mas acompanhei a velocidade e emoção do clássico. Bolas venenosas e todo pique da turma tricolor. Imagine aí, o frio na espinha logo aos dois minutos quando Zé Rafael emplaca uma bola na trave.  A torcida solta o grito. Eu quase fico rouco.

Olhei de novo pra tela da TV e me veio em close a imagem colada abaixo do telão: BBMP. Reforçou minha confiança que marcaríamos no primeiro tempo. Aí, continuei embalado na vibração do hino que não se calou: ninguém nos vence em vibração…

Sem dúvida, Guto Ferreira preparou um esquema tático para invadir a área adversária e a missão foi cumprida. Veio o gol de Tiago pra sacudir a galera. Eitaaa, alegriaaa.

Teve uma minipedalada de Edigar Junio e o time provou que pode se  movimentar bem mais. Fomos para o intervalo meio ansiosos sem imaginar o que viria na segunda etapa, até descobrir que Guto fez o time recuar um pouco. Mas nossa torcida não recua, vai pra cima. A força da charanga que faz vibrar o coração empurrava Jeanzinho para defesas precisas. Allione não repetiu a garra do último jogo, mas é uma peça importante para nossos planos de gol .

O colombiano Pablo Armero se esforçou mas saiu de campo angustiado com a bola que empurrou pra dentro de nossa rede. Ohh, dó!  Mas apesar do empate, do bate-rebate, a torcida continuou soprando aos ares:  “Somos da turma Tricolor, somos da voz do campeão…”.

Só dois dias para preparar o time! Guto, ouça aí, meu amigo, vamos apertar o adversário na casa dele.

Esse clássico tem 85 anos de rivalidade e no encontro de domingo vai levar a faixa quem for mais arrojado, sem medo de ser feliz. E o número? Ah, 360. Mudança total de ângulo. Vamos todos pra cima. Não gosto de precisar de empate. Gosto do máximo, combustível ideal para nos motivar a chegar ao topo. Como adoramos o desafio e o Bahêa é time de chegada, acho que o nosso hino nesse momento é.:  “Simbora mais eu…. Bora Bahêaaa!!!!

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