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Três minutos e tudo mudou…

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Por Bacelar, para o Amor de Aço

Após cinco jogos sem vencer e quase dois meses sem faturar três pontos dentro de casa, o Bahia renovou o ânimo da torcida e sacudiu pra longe a poeira do empate para comemorar os 2×1 contra o tricolor são-paulino. Já deu até pra respirar porque nos afastamos um pouco mais do Z-4. Saltamos da 16ª colocação para 13ª. A terrível zona vai ficando mais distante. Ainda bem. Preto Casa Grande está animado e já começa a se credenciar para assumir o posto permanente no comando da equipe.

A bem da verdade, os jogadores já começaram a revelar entrosamento maior em campo, disciplina tática e espírito aguerrido, fatores que, aliás, devem ser intrínsecos ao bom desempenho de qualquer equipe e estávamos sentindo falta. Mas em alguns momentos, faltou perna. Ficou evidenciada que boa parte do elenco cansou, não teve preparo físico para chegar aos 90 minutos com gás e marcar mais um tento. Até houve chance.

Vale destacar a participação de Rodrigão nas duas carimbadas tabelando e construindo o caminho do gol com Régis e depois Mendoza. A torcida soltou o grito preso na garganta. Diga aí: três minutos foram suficientes para garantir a vitória. Nem deu tempo de festejar muito o primeiro e… pimba!

Aí sim, vi a alegria de ir à Fonte estampada no rosto dos tricolores de carteirinha. Há quanto tempo não vivenciávamos isso? Foram necessários só três minutinhos para abrir o placar e ampliar… Êpa, Fonte tricolor. Alegria geral!

Maior posse de bola foi mesmo do Bahia e já viramos o turno mais distante do perigo com a certeza que somos um time de chegada, ao batermos o São Paulo, exatamente o rival direto na tabela.

Pela frente, mais uma semana cheia para o “Black” – como Preto se intitula – corrigir os (muitos) passes errados, estimular a criatividade nas jogadas e melhorar a pontaria. Pedra nas chuteiras do Fazendão, mas o plantel está se esforçando, como vimos no noticiário ao longo da semana e também na área adversária. Capricha mais aê pra garantirmos três pontos em plena Arena da Baixada, contra o Atlético-PR.

Deixo aqui registrado o meu repúdio contra a atuação da Guarda Municipal quando em uma abordagem ao vereador tricolor Toinho Carolino, na Ladeira da Fonte,  mostrou despreparo e irresponsabilidade. Sem diálogo, os agentes agrediram Carolino com socos e o levaram à delegacia com ameaças de choque “teaser”.  A postura dos guardas contra um cidadão pacífico que apenas perguntava o que estava acontecendo enquanto um gari era agredido, mostra o quanto estamos expostos diariamente a respostas violentas como essa. Temos consciência que em uma multidão, muitos mostram pretensões nada serenas, mas é preciso maior preparo e orientações precisas do comando da GM para evitar cenas inadmissíveis como a que registramos ontem.

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