A crise que afeta o Brasil decorrente da pandemia relacionada ao Covid-19, tem grande reflexo em todos os segmentos empresariais. Responsável por 54% dos empregos no Brasil, as micro e pequenas empresas foram as mais afetadas pelo isolamento social, juntamente com o turismo. 

Para tratar das ações do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) durante a nova onda da pandemia de Covid-19 a Comissão de Turismo promove, nesta sexta-feira (26) às 9h, uma Audiência Pública. 

Criado no ano passado, o Pronampe é um programa do governo federal destinado ao desenvolvimento das microempresas e empresas de pequeno porte (Lei 13.999/20).

O pedido para o debate é do deputado Bacelar (Podemos/BA), que também é presidente da CTur. “Fragilizadas, sem capital e com pouco acesso a crédito, muitos desses pequenos negócios vão continuar fechando. Por isso, é importante trazermos o assunto para o parlamento e conhecer a realidade dos atores envolvidos ” destacou. 

Bacelar acredita que o varejo é o setor que mais vai sofrer com o auxílio emergencial em 2021 menor que o de 2020, devendo perder quase 12% de seu faturamento projetado para este ano, ou cerca de R$ 190 bilhões em vendas. “Com empresas fechadas, desemprego em alta e menos crédito, todos os setores serão afetados, inclusive, o turismo. Precisamos pensar em medidas estratégicas para retomar a economia.

Foram convidados para a audiência pública:

  • o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, do Ministério da Economia, Carlos Alexandre Jorge da Costa;
  • o diretor da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo e Presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação, Alexandre Sampaio de Abreu;
  • o presidente da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos, Marco Ferraz;
  • a presidente da Associação Brasileira de Empresas de Eventos, Fátima Thereza Facuri;
  • A Presidente da Associação Brasileira de Promotores de Eventos – Doreni Caramori
  • e representantes do Banco do Brasil, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da Caixa Econômica Federal; e da Associação Brasileira de Agências de Viagens.

O debate ocorre a partir das 9 horas, no plenário 7.

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