O deputado João Carlos Bacelar (PTN) desembarca nessa quarta-feira (18) em Brasília para audiências com o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Carlos Alberto de Paulo e também com o procurador-geral do Trabalho, Luís Antônio de Melo. Em pauta, a situação das terceirizadas que atuam no extremo sul da Bahia que correm sério risco de fechar as portas gerando cerca de 4 mil demissões em função do acordo firmado entre a Suzano Papel e Celulose e o Ministério Público do Trabalho (MPT-Ba), que classificou como ilegal a terceirização dos serviços de produção de mudas, silvicultura, plantio e colheita de eucalipto. No acordo assinado no mês de julho a companhia se comprometeu a acabar, em até três anos, com os serviços de terceirização. Desde então, 114 empresas terceirizadas vivem dias de tensão pois investiram na modernização para atender a demanda e agora têm a sobrevivência ameaçada. “Com a possível falência das empresas os municípios já contabilizam os prejuízos uma vez que a economia da região gira em torno da cultura do eucalipto e são as terceirizadas que pagam o ISS melhorando a arrecadação municipal financiando indiretamente a oferta de serviços públicos na área. Já os funcionários vivem dias de tensão em busca de um acordo que acabe com o pesadelo das demissões. E é essa questão que vamos intermediar para levar ao extremo sul da Bahia uma boa notícia”, conta Bacelar, presidente da Comissão de Defesa do Consumidor e Relações de Trabalho da Assembleia Legislativa, que durante as audiências em Brasília, será acompanhado pelo deputado federal baiano Arthur Maia (PMDB), relator do Projeto de Lei que regulamenta o trabalho terceirizado no Brasil, em tramitação no Congresso Nacional.

Fonte: Política Livre

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