Durante entrevista ao programa Balanço Geral, na tarde desta quinta-feira (29), Bacelar, candidato a prefeitura de Salvador pelo Podemos, afirmou que vai construir 4 Policlínicas Regionais de Saúde para atender os moradores dos bairros da Federação, Itapuã, Nordeste de Amaralina e Subúrbio Ferroviário. Atualmente a capital baiana conta apenas com duas unidades.

Segundo Bacelar, a parceria será feita com o governador Rui Costa (PT) que será gerenciada pelo município. Serão 14 especialidades médicas, além de exames como ressonância e tomografia computadorizada. “O governador já me garantiu que, quando eleito, vamos trabalhar juntos nesse projeto. Com certeza isso vai dar mais celeridade no processo de marcação de consulta e realização de exames. Isso vai dar um grande impacto na saúde da capital”, afirmou.

Quando questionado sobre a redução de impostos, o podenista foi enfático ao dizer que vai repensar a carga tributária para que os empresários voltem a produzir no período pós-pandemia. Ao argumentar, criticou os valores cobrados pela atual gestão em IPTU, ITIV e ISS e classificou os percentuais como abusivos.

“Os impostos são usados apenas para arrecadação. Não tem política de planejamento urbano. Salvador teve o maior arrocho fiscal dos últimos 7 anos. Enquanto a inflação subiu 56% em todo país, o valor cobrado no IPTU na capital baiana aumentou 216%. Ou seja, 4 vezes mais. É uma extorsão”, atacou.

O candidato afirmou que, na economia, o objetivo de sua administração é fortalecer o comércio local com a criação de bancos populares, um programa de apoio e desenvolvimento de micro e pequenas empresas e cooperativas, oferecendo linhas de crédito, sem burocracia, com juros reduzidos, assistência técnica, e capacitação dos gestores. Outro projeto é o Compra Local, para incentivar a aquisição e consumo de produtos das médias e pequenas empresas do comércio dos bairros.

A educação municipal também foi alvo de críticas. Bacelar, que foi secretário da pasta por três anos, disse que a atual gestão falhou ao não planejar a suspensão e o retorno às aulas. “Sei que a prefeitura exigiu que as diretoras instalassem pias para crianças lavarem as mãos. Estão pressionando, mas muitas escolas sequer têm dinheiro. É um absurdo. As condições quem tem que oferecer é a atual gestão”. O prefeiturável afirmou que já preparou as medidas de retorno às aulas, inclusive, o teste de nivelamento. “Vamos saber como cada criança assimilou o conteúdo durante o tempo em que ficou em casa. O planejamento está pronto e temos toda segurança necessária”, completou.

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