A interdição das duas principais fábricas de licor de Cachoeira, cidade do Recôncavo baiano conhecida por fornecer a iguaria para todo o nordeste, preocupa o deputado federal Bacelar (PV) que afirmou, nesta quarta-feira (22), que irá atuar junto ao poder público para tentar reverter a situação. Na avaliação do parlamentar baiano, os prejuízos para o município serão grandes.

“A bancada da Bahia na Câmara precisa se unir contra essa ação. A agricultura familiar e a economia da cidade não podem ficar prejudicadas assim. Acabamos de sair da pandemia e as festas juninas começarão agora. O licor é uma bebida tradicionalmente nordestina”afirmou.

Além do tradicional “Roque Pinto”, as atividades do “Arraiá do Quiabo” também foram suspensas. No total, cerca de 100 famílias que trabalhavam nas fábricas foram prejudicadas. Os dois estabelecimentos foram fechados porque a PF constatou irregularidades junto ao Ministério da Agricultura. Com a ação, ficou permitido vender apenas os licores já engarrafados.

“O fechamento impacta principalmente a produção para o próximo São João já porque o processo de fabricação começa de um ano para o outro. Muita gente não sabe, mas o licor de jenipapo, por exemplo, deve ser consumido entre seis meses e um ano” destacou Bacelar.

 

 

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