O deputado federal Bacelar (Podemos/BA) criticou a PEC 186/2019, apelidada de PEC Emergencial. A proposta, aprovada em primeiro turno ontem, deve ser votada pelos deputados na sessão desta quarta-feira (10). Na avaliação do parlamentar baiano, o pagamento do auxílio emergencial no valor de  R$ 250, por 4 meses, não é suficiente para comprar uma cesta básica. 

Ele disse ainda que o governo quer condicionar o pagamento do benefício à aprovação de uma proposta que, em sua avaliação, é uma minirreforma disfarçada. “Não podemos aceitar a chantagem que o governo vem fazendo. O governo quer trocar o pão de cada dia dos brasileiros por um arrocho e uma minirreforma. A PEC deveria tratar, exclusivamente,  da ajuda a quem precisa” atacou. 

No Twitter, o parlamentar justificou seu voto ao elencar três pontos que o motivaram a ser contra a PEC emergencial. “Do jeito que está não pode passar. O valor é insuficiente. R$ 250 por 4 meses? Não dá pra nada. Além disso, o auxílio poderia ser pago com crédito extraordinário, de forma mais simples. Castiga todos os servidores públicos, que terão seus salários congelados”.

Já no instagram, Bacelar ressaltou que o auxílio emergencial foi a única fonte de renda para 36% dos quase 60 milhões de brasileiros e brasileiras que receberam o benefício de R$ 600. A defesa é que o benefício pode ser mantido sem retirar os recursos de áreas essenciais. “Com a PEC 186, não haverá um real extra para o SUS e demais programas sociais importantes no combate à pandemia.Outra maldade: ela prejudica os servidores públicos nas 3 esferas quando prevê o congelamento dos salários, mesmo para repor a inflação, toda vez que as despesas obrigatórias da União atingirem 94% da despesa sujeita ao Teto de Gastos”.

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