presal. “O governo está perdendo uma oportunidade para tratar, de forma séria, a situação do sistema previdenciário dos servidores estaduais. O sistema de repartição, que paga aos aposentados e pensionistas com as contribuições dos servidores ativos, entrou em desequilíbrio com a alteração da relação numérica entre ativos e inativos, exigindo aportes cada vez maiores de recursos adicionais do estado”, disse Bacelar.

Para o deputado, além de não solucionar o problema, ainda tenta politizar a discussão que é comum a praticamente todos os estados brasileiros. “O governo está querendo, ao apagar da gestão, utilizar os recursos dos próximos cinco anos dos royalties para cobrir o déficit previdenciário de apenas um ano e tenta atribuir essa questão a gestões passadasMas está errado. A utilização dessas receitas para cobrir despesas de pessoal é reflexo do descontrole orçamentário e financeiro do governo Wagner, com o aumento de gastos”,afirmou o parlamentar.

O deputado citou como exemplo do descontrole na contratação de pessoal. As despesas de Serviços de Terceiros – Pessoa Física (PST) aumentaram de R$ 217 milhões entre 2003/2006 para R$ 1,37 bilhão entre 2007/2013. As despesas com REDA subiram de R$ 900 milhões para R$ 2 bilhões, as de Locação de Mão de Obra saltaram de R$ 700 milhões a R$ 1,8 bilhão. “O desequilíbrio tem sido constante no governo do PT e encoberto pelo uso de recursos vinculados para pagar despesas típicas do Tesouro, sem uma correção estrutural no seu orçamento. O estado optou por soluções reprováveis. Enfim, o desequilíbrio não é das contas da previdência, mas do descontrole do estado com seus gastos”, sintetizou o parlamentar.

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