A retirada dos servidores públicos estaduais e municipais da reforma da Previdência não amenizou a posição do deputado federal Bacelar (PTN-BA), um crítico ferrenho do projeto. Para o parlamentar, o governo excluiu os servidores na tentativa de desmobilizar a sociedade, que tem reagido contrariamente à reforma. “Se não foi para abafar o clamor popular, foi algo ainda pior: a demonstração de que o Executivo administra a coisa pública com total improviso e absoluta falta de critério”, atacou.

O petenista lembrou que o regime próprio de Previdência dos servidores públicos é global. “Estados e municípios não podem legislar assim, com carta branca. A isonomia é exigível para garantir a segurança jurídica e a igualdade entre os entes da Federação, princípio básico da nossa Constituição”, alertou.

Bacelar endureceu o discurso contra o governo Temer e voltou a defender o magistério. “O dito constitucionalista, o presidente deste país, ofende a Carta Magna e a inteligência dos brasileiros. Dizia Temer que a reforma era para universalizar regras e igualar direitos, mas trabalhadores da educação terão três regras distintas. Uma regra para os professores federais, regras para os estaduais e municipais e outra para os professores de escolas particulares. Não podemos deixar o governo acabar com os direitos mais sagrados dos brasileiros menos favorecidos”.

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