O deputado federal Bacelar, do Podemos-BA, ex-PTN, foi um mediador equilibrado no debate sobre a ‘ Escola Sem Partido ‘, nesta segunda-feira (29), na Câmara Municipal de Salvador, marcado por manifestações contra e a favor do projeto. Com plenário e galeria lotados, as discussões acirradas tiveram como foco principal a limitação da liberdade de expressão do professor em sala de aula. Contrário à proposta, Bacelar pediu a ampliação do debate no país. “Precisamos, de forma democrática, ultrapassar os limites da Câmara dos Deputados e percorrer o Brasil para tratar desse projeto esdrúxulo. Defendemos que a educação só existe com a intermediação do professor e as discussões sobre o que se passa fora dos muros da escola são reais. Não podemos alienar os alunos, permitindo, por exemplo, que ataques homofóbicos sejam tratados com naturalidade”, argumentou.

Para o idealizador do movimento ‘Escola sem Partido’, o advogado Miguel Nagib, “a doutrinação dos professores sobre os alunos é notória”. Segundo o professor Fernando Pena, da Universidade Federal Fluminense, “o projeto quer acabar com a escola enquanto espaço para a troca de ideias”. O evento contou ainda com a participação dos deputados federais Flavinho (PSB-SP), relator da matéria, e Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), do presidente da Comissão de Educação da Câmara Municipal, vereador Sidninho (Podemos), de representantes do APLB Sindicato e da União Metropolitana dos Estudantes.

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