O presidente da comissão especial que discute na Câmara tornar permanente o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica ( Fundeb), deputado federal Bacelar ( Podemos-BA), rebateu o posicionamento do Ministério da Economia, que classificou a proposta como “suicídio fiscal”. 
O parlamentar acusou o governo de fazer terrorismo político e esclareceu o funcionamento da comissão. “Nós discutimos muito com a consultoria técnica da Câmara e do Senado e com entidades da sociedade civil. Tenho certeza que vamos conseguir uma proposta que contemple todos os interesses da educação e do Brasil. Espero que o governo desista de tentar impor a sua vontade pelo terror”, declarou.
Bacelar discordou dos dados apresentados pela equipe econômica de Bolsonaro, sinalizando que a aprovação da permanência do Fundeb poderia aumentar os gastos do governo federal em mais de R$ 855 bilhões, no período de dez anos, o que anularia os efeitos da reforma da Previdência.  “Pelos cálculos da comissão, a complementação de recursos da União para a educação, em uma década, será da ordem de R$270 bilhões. Não há motivos para desespero. O Fundeb representa 60% dos recursos da educação básica e o seu fim representaria a implantação do caos no ensino brasileiro”. 

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