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O Fórum Permanente de Gestores das Escolas Municipais de Salvador enviou uma carta ao secretário Municipal de Educação, Guilherme Bellintani, pedindo a suspensão imediata das demissões de trabalhadores terceirizados, que prestam serviços administrativos nas unidades de ensino. Os gestores denunciam o afastamento arbitrário e sem transparência desses profissionais, além dos prejuízos para as atividades pedagógicas do município, com a redução no quadro de pessoal. ” O clima nas escolas é de intranquilidade. O secretário precisa explicar por que resolveu fazer demissões em massa, deixando as escolas desassistidas. Se vai demitir, precisa discutir os critérios com os gestores”, disse uma diretora de escola que não quis se identificar, com medo de represálias.

Na Câmara Municipal, o grupo conta com o apoio da bancada do PTN, que já tinha pedido ao Ministério Público uma investigação sobre o caso. Para o líder do partido na Casa, vereador Toinho Carolino, está havendo perseguição política. “ Estão demitindo pessoas simples ligadas a quem faz oposição ao governo, o que configura uma grande injustiça com os trabalhadores, que lutam pelo seu sustento e não podem ser vítimas de questões partidárias”, disparou.

 

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