O deputado estadual e candidato a Câmara Federal João Carlos Bacelar (PTN) considerou hoje um atentado à democracia e aos direitos civis, a decisão da Justiça de proibir o vereador de Salvador Marco Prisco (PSDB) de estar à frente da própria campanha a deputado estadual. “O vereador é um agente político antes de tudo precisar estar à frente de sua própria campanha. Proibir um vereador e candidato a deputado de exercer livremente seu direito de ir e vir e fazer sua própria campanha pelo estado é um atentado à democracia, à Constituição, aos direitos civis e a própria liberdade individual”, disse Bacelar.

Pela decisão, o vereador está proibido de deixar a capital baiana, apesar de concorrer a cargo que abrange todo território baiano; não pode se reunir com policiais militares, categoria a qual pertence e sempre lutou por melhorias e muito menos estar com associações e entidades de defesa da categoria. “Isso mais parece um caso de perseguição política, uma vez que o vereador esteve à frente de movimentos da Polícia Militar que resultou em duas paralisações. Essa decisão remete-nos à ditadura e já não cabe mais no Brasil de hoje, governado por militantes de esquerda e sindicalistas que, com certeza, não apoiam uma decisão destas. Isso é um absurdo e um retrocesso”, enfatizou Bacelar.

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