Por Bacelar para o Amor de Aço

Mais de 37 mil pessoas na Arena, recorde de público no Campeonato Brasileiro de 2017. Para minha Nação, um resultado frustrante. Desci a Ladeira da Fonte repetindo mentalmente uma frase célebre: “Quando estamos na frente tendemos a relaxar”. Pura verdade. Por mais que Carpegianni tenha trabalhado a cabeça do elenco, o conjunto negligenciou ao encostar no sonho da Libertadores. Agora nos distanciamos em uma partida que mais pareceu um pesadelo daqueles!

Jean foi o jogador tricolor mais exigido e correspondeu bem. Nos salvou de um vexame porque, sem dúvida, a Chapecoense dominou a partida e provocou inúmeras oportunidades de gol. Colocou no bolso nosso desleixo e se mandou de volta para Santa Catarina após nos arrancar três pontos.

Só melhoramos a performance no segundo tempo. Apertamos na marcação e ensaiamos boas jogadas ofensivas. Mas, sem efeito, infelizmente.

Se o desempenho do Bahia desandou com o equilíbrio na tabela, agora é momento de corrigir os erros para enfrentar o São Paulo, fora de casa. E depender dos resultados alheios… Nada bom para quem havia conseguido respirar de forma autônoma sem ajuda e dependência de ninguém.

Após a partida, torcida e comentaristas esportivos já anteciparam a lista de dispensa para a temporada do ano que vem. Nem sei se agem de forma precipitada, ou parecem injustos com alguns jogadores, mas sabemos que na hora da chateação, vale tudo. Ah, e como entendo o torcedor cansado de guerra…

Esse duelo não dava pra perder. Esbarramos em nossa pequena produção. Desperdiçamos nossa chance de garantir vaga para um campeonato interessante e de visibilidade para o tricolor. Mas, fazer o quê, Nação?

Tudo conspirava contra ao ponto de Edigar Junio acertar a trave na cobrança de pênalti. Eitaaa… dá pra calcular a irritação do torcedor?

Mendoza também chegou desequilibrado para finalizar duas assistências. Resultado: perdemos feio. E Zé Rafael mais uma vez expulso de campo. É, Carpe, há muito a conversar com seu povo no Fazendão, viu?

Vamos tentar, minha galera. Torcer contra os adversários diretos para, enfim, encostarmos no G-9. Será preciso aprender rápido essa matemática do futebol, fazer contas e atentar para tal combinação de resultados. Mas não há outra alternativa! Chegar na Libertadores depende de mais atitude em campo e reza forte do lado de fora.
BBMP!

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