Salvador já não é mais a cidade nordestina com o maior  Produto Interno Bruto (PIB). Foi o que revelou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quarta-feira (16). Os dados, relativos a 2018, mostram que a capital baiana registrou R$ 63,5 bilhões de riqueza gerada, enquanto Fortaleza gerou R$ 67 bilhões. Esta é a primeira vez que a cidade perde a liderança, desde 2002. 

A queda do poder aquisitivo da população soteropolitana preocupa o deputado federal Bacelar (Podemos/BA) que atribuiu o fenômeno à retração de indústrias, à falta de incentivos  da prefeitura, à tributação elevada e à burocracia. O parlamentar destacou ainda que a crise econômica e o isolamento social, causados pela pandemia, colocam os soteropolitanos em situação de vulnerabilidade.

 “Em um momento que precisamos de incentivos, recebemos com tristeza uma notícia como esta. Precisamos superar, atrair grandes investidores e investir no turismo. Assim, teremos mais emprego e renda para nosso povo” destacou.

O parlamentar já previa o empobrecimento da população. Por isso, durante a campanha para prefeito de Salvador, apresentou propostas para elevar a economia dos bairros, fomentar os micro e médio empreendedores, além de oferecer auxílio emergencial para desempregados. Em sua avaliação, é preciso que a nova gestão pense em alternativas e políticas públicas emergenciais. “O nosso povo perdeu o poder de compra e não podemos deixar isso acontecer. Espero que Bruno Reis tenha um plano econômico eficiente” disparou. 

Uma das alternativas citadas pelo podenista foi a regulamentação dos jogos de apostas. Para ele, legalizar bingos, cassinos, jogo do bicho e todos os tipos de apostas é a saída para tirar o país da crise. “Defendo a legalização porque vamos arrecadar impostos, formalizar postos de trabalho, atrair o turismo. Enfim, teremos muitos benefícios. Não só para Salvador, mas para o país todo” concluiu. 

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