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“Falta de leis dificulta o combate à homofobia”, diz Bacelar

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No Dia Internacional de Combate à Homofobia, celebrado neste 17 de maio, o deputado federal Bacelar (PTN-BA) criticou a falta de leis que criminalizem a homofobia, o ódio e a intolerância. “O criminoso mata hoje e, com um habeas corpus, é liberado amanhã. É  por isso que a violência contra o grupo LGBT é tão banalizada”, pontuou.

Na avaliação do petenista, a articulação política da bancada religiosa da Câmara é forte e não permite que projetos de interesse do segmento LGBT sejam discutidos e aprovados. “Não podemos ficar nas mãos dos religiosos. Respeito a crença de todos, mas o conservadorismo de alguns não pode prevalecer. Tivemos um projeto que foi arquivado porque passou 8 anos tramitando, sem resultado algum. O cenário precisa ser outro. O segmento LGBT precisa ser resguardado por lei”, criticou.
Dados do Grupo Gay da Bahia revelam que somente nos primeiros 4 meses deste ano foram registradas 177 mortes de pessoas do segmento LGBT. No ano passado, foram 343 assassinatos por homofobia e transfobia, um a cada 24 horas.
Bacelar pediu agilidade na aprovação do projeto da deputada federal Maria do Rosário (PT-CE) que tipifica os crimes de ódio e de intolerância.  “A criminalização da homofobia tem que acontecer, assim como foi o racismo. A população LGBT merece o reconhecimento. Afinal, toda forma de amor é válida”.
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