Por Bacelar, para o Amor de Aço

Cheguei cedo na Arena. Antes de seguir pra arquibancada, conversei com os dirigentes da Torcida Organizada Bamor e ouvi os detalhes sobre a eleição para a presidência do nosso time. Muita água pra rolar ainda.

Agora vamos falar do jogo? O que foi aquilo, rapá? Criamos inúmeras chances de gol mas não conseguimos concretizar um terceiro para garantir o triunfo. Além de Robinho, o carrasco tricolor da partida contra o Atlético Mineiro jogou contra nós – mais uma vez – a tal falta de pontaria. O tempo todo correndo junto conosco. Sai pra lá, sombra! Carpegianni, a torcida cobra isso já há muito tempo. Ajuda aê! Não dá pra acreditar em tanto gol perdido.

O Atlético nos surpreendeu logo no início da partida, tinha Robinho e… só. Dominamos o primeiro tempo mas não conseguimos converter. No quesito finalização estamos quilômetros luz atrás de muitas outras equipes. Portanto, até quarta-feira, quando acontece o coletivo-apronto no Fazendão, será necessário corrigir isso, para quinta voltarmos à Arena com tudo. Não dá pra esperar mais não, ora.

Saímos atrás, conseguimos a virada e cedemos o empate – fórmula com poder de alfinetar fundo a paciência do torcedor. Só estou mais tranquilo porque percebo que o Bahia tem capacidade de se reorganizar rápido e mostrar reação, mesmo na adversidade. Vai em busca do resultado. E isso é ótimo. Também nossa torcida não abaixou a charanga, incentivou muito. Vamos precisar de mais vozes para engrossar o coro na quinta-feira. Eita, Nação linda de se ver, hein?

Mas era pra termos garantido o empate na primeira etapa. No segundo tempo, metade da Fonte comemorou quando Mendoza acertou a rede pelo lado de fora. Claro que eu e minha turma também. Pouco tempo depois, Edigar Junio raspou a trave. Aliás, Edigar, com 11 gols, tem “quebrado tudo” na defesa adversária. Ontem de pênalti e de cabeça não deixou barato. Cansou a zaga alheia. O artilheiro tricolor, em grande fase, já anunciou que nós vamos pra Libertadores, sim! Quem duvida?

No entanto, o jogo esfriou depois que passamos à frente no placar. O tricolor perdeu velocidade e deixou Robinho quase sem marcação. Experiente, invadiu a área de Jean, dominou no peito e marcou o segundo, com categoria.

Não dá pra vacilar na marcação de craques. Criativos e com a sorte a favor ainda contam com os bons ventos que sempre dão uma força. Por isso, Carpe, não vacile! Mano a mano, cerrado, hein?

Bem, estamos com 46 pontos. Falta Santos, Sport, Chapecoense e São Paulo. Quatro rodadas apenas. A regra agora é não perder tempo. Edigar Junio está com fome de gol. É tudo que queremos… perder a voz de tanto comemorar.

Meu povo, ajusta a pontaria e… simbora Bahêa. BBMP!

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