bahiaO Bahia estacionou para ver a Copa passar. Mas bem antes disso começou a dar sinais que havia perdido o fôlego. Fez as pazes com a torcida ao vencer o Campeonato Baiano, mandou muito bem no início do Brasileirão, depois…. bre-cou. Quer dizer, derrapou. Ainda bem que saiu da pista para recarregar o motor. Tá faltando força no câmbio, peças novas, um mecânico atento e um dono de carro exigente.

Não precisa ser perfeccionista para querer que o time melhore muito, que se renove, que seja reforçado para evitar vexames. A situação já é constrangedora. A CBF paralisou o campeonato e congelamos bem próximos à zona de rebaixamento. Cruel para quem acreditava em dias melhores, como eu, aliás, como toda a Nação .

Hoje nos perguntamos : cadê o Bahia que nos cativa, que tem brilho, que faz nosso coração pulsar forte? Tá dormindo ou meio que dopado aguardando a Copa do Mundo??

Não, não dá para esperar até meados de julho quando voltaremos à Arena contra o São Paulo para testemunharmos dias mais iluminados para o tricolor.

Contra o Sport de novo fomos garfados pelo árbitro Marcelo Aparecido que já nos indignou em outra oportunidade, em jogo contra o Vasco, no Rio. Qualquer que tenha sido a punição pra ele, esse…., quer dizer, esse juiz ainda não aprendeu a deixar de interferir na partida usando a varinha da bizarrice, da injustiça com o lance. Apesar de reconhecermos toda a infantilidade de Lomba na reclamação.

O tal Aparecido – (juiz que se preze é o que não é notado nas partidas mas esse gosta mais é de aparecer) terminou expulsando Lomba, o que desnorteou o time abrindo espaço para o Sport marcar.

De nove partidas disputadas no Brasileirão saímos atrás no placar em sete delas culminando com cinco derrotas e dois empates. O retrospecto não é animador mas nos dá uma ideia de que é preciso correr pra marcar na frente e segurar o resultado. Não podemos abaixar a cabeça, jogar sem garra, sem vontade, sem foco.

Não há espaço para tontos, dispersos. O time tem que ser profissional de verdade para atuar em campeonato dinâmico. Não temos substitutos à altura para Rhayner e Lincoln. Estamos ainda desencontrados. Falta elenco. Falta um matador dono da 9 e um agregador para vestir o manto com o número 10.

Vamos continuar exigindo da diretoria tricolor contratações técnicas e seguras. Não dá mais pra testar. É preciso acertar. Atingir o alvo.

Não vamos desistir. Vamos apoiar, pagar a mensalidade em dia e buscar a ampliação do número de sócios de olho em engrossar o côro de: Bora Bahia, Avante!

Estamos atentos. Apoiamos com todo o direito do mundo de cobrar que nosso empenho seja valorizado.

Futebol rima com Ação. É ou não é, diretoria??

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