Nessa segunda partida do returno o Bahia segue com 100% de aproveitamento para suspiro de alívio da brava torcida tricolor que voltou a encher Pituaço no jogo de ontem contra o São Paulo.

Os jogadores, com muito mais empenho, mostraram ter despertado da apatia e reescreveram a rotina do Esquadrão que havia 77 dias sem vencer em casa. Após o jogo de estréia da nova camisa oficial do time, o técnico Jorginho confessou que já conhecia a torcida pelo outro lado, agora que está por essas bandas, se arrepiou. “Ajuda muito”, disse ele.

Sem dúvida, o que Jorginho viu de perto e agora a seu favor foi emoção genuína na arquibancada, o grito de guerra, o tremular das bandeiras, as palmas coreografadas transformando Pituaço em um caldeirão que engoliu o tricolor de Rogério Ceni. O goleirão, aliás, se viu rodado para afastar o perigo do seu time.

O Bahia se organizou melhor dentro de campo, encurralou o adversário, provocou triangulações criativas pelas laterais, fez a cercagem da saída de bola forçando o São Paulo a errar. Na falha, Gabriel estava lá para acertar um chute de fora da área, como no jogo anterior contra o Santos e depois, o garoto dedicou o gol à namorada. O amor não é lindo? Pois é. A superioridade do Esquadrão em campo nos concede um alento. Estamos realmente em outra fase, de maior dedicação, responsabilidade, em atitudes viscerais com o objetivo de transformar os erros em instrumentos para um melhor recomeço.

Segura aí! Não podemos desperdiçar esse novo clima de mais união no elenco, de animação nas arquibancadas. Sonho para vivermos um segundo turno de emoções positivas, com garra, determinação e olho na reabilitação do time perante ele memo. Conquistamos mais confiança, mais sorrisos e mais vontade de voltar a ser o Campeão dos Campeões.

Bahêeeeeea…..

Fonte: João Carlos Bacelar/Coluna Sob a Ótica do Torcedor/Bahia com Orgulho.

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