Carnaval é o pontapé inicial

O carnaval de Salvador 2021 está ameaçado pela pandemia da covid-19. A festa, que reúne turistas do mundo inteiro durante os 7 dias, pode não acontecer no ano que vem. Foi pensando na importância cultural e econômica para a capital baiana que o Podemos, Rede Sustentabilidade e PTC resolveram trazer o debate à tona, nesta quinta-feira (13), o tema central será “Carnaval Economia do Lazer”. “A festa movimenta a economia da cidade não só nos dias de folia, mas durante os 365 dias do ano, gerando emprego e renda. Em 2019, mais de R$ 2 bilhões de reais circularam na economia local” afirma o pré-candidato à prefeitura de Salvador pelo Podemos, deputado federal Bacelar.

Na avaliação de Bacelar, é hora de repensar o setor cultural da cidade, já que Salvador reúne condições para se transformar em uma das principais capitais da cultura e da criatividade do hemisfério Sul. “O carnaval desperta o turismo o ano inteiro. Tem gente que vem no verão e se estende até o carnaval. Ou acabam voltando para conhecer melhor a cidade em outras épocas. Temos muitas praias bonitas, diversidade cultural, gastronômica e turística que atrai brasileiros e estrangeiros do mundo inteiro. Temos muita história e precisamos explorar isso. A pandemia não pode validar que a prefeitura da cidade deixe em segundo plano ou ignore as ações para manter viva a cultura em Salvador, pois esse setor tem uma gigantesca importância para a Economia da cidade” afirmou.

Magno Lavigne, porta-voz da Rede Sustentabilidade e também pré-candidato a prefeito, ressalta que a pandemia exige ousadia e criatividade do setor. “Assim como Dodô inventou o trio elétrico, assim como Neguinho do Samba criou a batida do Samba Reggae agora é hora de reinventar” completou.

A live vai acontecer às 18h e será transmitida no facebook e Youtube de Bacelar e nas páginas oficiais das lideranças partidárias. Foram convidados Cláudio Araújo, presidente do bloco Malê Debalê, Vovô do Ilê, Presidente e fundador do Ilê Aiyê, Zulu Araújo, presidente da Fundação Pedro Calmon e Célio Turino, ex-secretário de cultura de Campinas e do Ministério da Cultura.

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