Essa semana, a respeitada consultoria britânica Pearson Internacional publicou o resultado de uma pesquisa realizada entre 40 países sobre o desempenho educacional dos alunos. O Brasil amargou a penúltima colocação. Foram confrontados dados de três testes aplicados em estudantes do 5º e 9º ano do ensino fundamental. A curva de aprendizado mostrou que o Brasil está entre as sete nações com maior variação negativa em relação à média global.

O relatório também se baseou em dados sobre os percentuais de alfabetização e taxas de conclusão de cursos de níveis médio e superior. A Finlândia e a Coréia do Sul figuram no topo da lista, apresentando altos índices de habilidades cognitivas e desempenho escolar.

Analisando essas informações reforçamos a percepção de que os investimentos em educação aliados às mudanças culturais experimentadas pela sociedade e mais um boa dose de disposição política dos governantes são capazes de promover melhores resultados na educação.

Depois da criação do Fundeb (Fundo de Manutenção da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação), a mais importante política pública voltada para o setor no Brasil foi o Pacto Nacional pala Alfabetização na Idade Certa. São ações que visam a médio e longo prazos reverter resultados constrangedores alcançados pelo nosso país. A meta do governo federal é garantir que todos os alunos da rede pública de ensino sejam alfabetizados até o 3º ano do ensino fundamental, com idade máxima de oito anos. No caso de Salvador, entendemos como imprescindível que todos os alunos sejam alfabetizados até seis anos de idade, já no primeiro ano.

Na capital baiana, 52 mil estudantes entre a 1ª e a 3ª séries serão alfabetizados. Na rede municipal, estarão envolvidos mais de dois mil professores e orientadores. O foco do trabalho será Língua Portuguesa e Matemática. Esse ano, cerca de 20 mil alunos foram alfabetizados nas escolas da rede pública municipal.

Atitudes que revelam compromisso com a educação e com nosso povo. Precisamos importar experiências vencedoras para a nossa rede pública. Na capital baiana além de projetos diferenciados que estimulam os alunos a pensar, questionar mais e trilhar o caminho até as respostas através de eficientes jogos de raciocínio, adotamos o uso de tablets, reforçamos a inclusão digital também para alunos portadores de deficiências. São ações ainda pequenas embora já comecem a apresentar resultados. Lidamos com crianças e adolescentes, seres potencialmente capazes de adaptar-se diante dos estímulos externos. Por isso precisamos investir mais, trabalhar muito e acompanhar de perto esse desenvolvimento.

Fonte: politicalivre.com.br

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