Bacelar aposta em novo Brasil no “day after” pós-impeachment

Em pronunciamento na Câmara nesta quarta-feira (12), o deputado federal Bacelar (PTN-BA) voltou a defender a permanência da presidente Dilma no comando do país e falou sobre a pressão que os parlamentares estão sofrendo no processo de impeachment. O petenista integra a ala do partido que considera golpe o afastamento da presidente, pela inexistência do crime de responsabilidade. Bacelar chamou a atenção para a falta do espírito democrático nas discussões, onde as opiniões contrárias ao impeachment precisam ser levadas em conta, na mesma proporção que as favoráveis. “Tive a coragem de declarar abertamente a minha posição contrária ao impeachment, posição fruto da minha convicção pessoal de que são as leis que tornam possível a convivência entre os homens e devem ser respeitadas. Esta é a minha posição. E espero que a respeitem, como respeito as opiniões divergentes. Espero que possa continuar a tomar as minhas decisões, não apenas como deputado, mas também como cidadão brasileiro que sou. A democracia não busca a unanimidade, mas o respeito às opiniões alheias, para que possa prevalecer a opinião da maioria”, afirmou.
 
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Bacelar cita Jango e diz que impeachment sem crime é golpe

Caía a tarde nesta segunda-feira (11), quando foi dada a palavra ao deputado federal Bacelar (PTN-BA), na discussão sobre o relatório do impeachment da presidente Dilma.  Bacelar foi incisivo na defesa da presidente e classificou o momento político brasileiro como mais uma tentativa de golpe que marca a história do país. “ Dom Pedro I deu o golpe no próprio pai para se tornar imperador. Deodoro da Fonseca traiu a monarquia e se tornou presidente. Tivemos ainda Getúlio Vargas e o Estado Novo, a deposição e o exílio de João Goulart e a ditadura militar em 64. Hoje, estamos assistindo a mais uma tentativa de golpe. O impedimento não tem apoio na lei nem na moral e busca artifícios jurídicos para retirar uma presidente eleita pelo povo. Impeachment sem crime é golpe”, afirmou.
 
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Para Bacelar, impeachment é revanchismo eleitoral

O deputado federal Bacelar (PTN-BA) saiu em defesa do governo na tarde desta terça-feira (5). Em plenário, o parlamentar falou sobre o que considera ” banalização” do processo de impeachment e disse que a defesa da presidente Dilma mostrou que não há elementos que comprovem o crime de responsabilidade, que justificaria o afastamento de Dilma.  “A presidente só pode sofrer impeachment por atos extremamente graves, que atentem contra a Constituição e tenham sido praticados por ela intencionalmente. O que estão querendo fazer é golpe para derrubar uma presidente eleita legitimamente pelo povo”, argumentou.

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Bacelar eleva tom e diz que Câmara vive sob regime do “vale-tudo”
Plenário da Câmara dos Deputados

Bacelar eleva tom e diz que Câmara vive sob regime do “vale-tudo”

O deputado federal Bacelar (PTN-BA) disparou nesta quinta-feira (17) contra o comportamento da Câmara, que, na visão do líder do PTN, não deveria ter abandonado as prerrogativas sobre o rito do processo de impeachment da presidente Dilma. “ Novamente foi parar no Supremo Tribunal Federal um problema que teria que ser resolvido aqui dentro da própria Câmara. O rito do impeachment está cheio de incertezas que agora dependem do Supremo. Colocamos nas mãos de outro poder uma decisão que é nossa. A Constituição de 88 previu a possibilidade de impeachment e definiu alguns padrões, mas a lei complementar nunca foi votada nesta Casa. Com toda a urgência do impedimento de Collor, a decisão foi baseada na lei 1.079, de 1950. Hoje, 23 anos depois, continuamos sem cumprir a Constituição”, afirmou.

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Bacelar se manifesta contra votação secreta para comissão do impeachment

  O líder do PTN na Câmara, deputado Bacelar (BA), apresentou, nesta quarta-feira (9), uma questão de ordem contra a decisão do presidente Eduardo Cunha no processo de votação secreta dos membros da comissão especial que irá analisar o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.  “Só pude apresentar essa questão de ordem hoje porque Eduardo Cunha não permitiu que os parlamentares o fizessem no dia da votação, ou seja, ontem”. (mais…)

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